Você digita o que pagou na peça. O preço e o quanto sobra pra você aparecem na mesma tela, no meio do atendimento.
Uma célula copiada errado e o orçamento inteiro vai junto, sem ninguém perceber.
O carro saiu, o cliente paga depois, e o valor fica na memória de alguém.
Somar a mão o que entrou e o que saiu custa um domingo por mês.
A conta que o sistema faz é a mesma da planilha que o Nonato usa no balcão, copiada centavo a centavo. E não foi conferida uma vez só: toda vez que o sistema muda, a conta é conferida contra a planilha de novo. Se der um centavo de diferença, essa versão não chega no seu celular.
Cliente na sua frente, peça que você comprou faz três meses, preço na memória. Você digita 180 que pagou; a tela mostra 300 pro cliente e os 120 que sobram pra você. Você fecha o preço sabendo quanto ganhou, não no fim do mês.
Aprovou e já pagou, ou paga depois. O que ficou na rua aparece numa aba só, da dívida mais velha pra mais nova, e recebe em dois toques.
O que entrou e o que saiu, com estorno que não apaga histórico. Lançar a venda no caixa é o mesmo toque de receber.
O mês já está somado quando você abre a tela: o que entrou, o que saiu e o que sobrou. Nenhum deles é chute, e nenhum custa um domingo.
“Atuo no setor de manutenção automotiva desde 1995. Sei bem o que é começar do zero.”
“Faça o melhor que puder hoje, com as condições que tem, para que, no futuro, você possa fazer ainda melhor.”
“Você pode tentar sozinho, e até conseguir, como eu consegui. Mas por que passar por tudo sem apoio, se você pode contar com alguém que já trilhou o caminho?”
“Essa planilha é a minha, a que eu uso no balcão todo dia, virada tela. Fiz pra mim primeiro. Agora é sua também.”
Calma, que eu tô aqui. Bora produzir!